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Ela bate um bolão... Samyra Ponce saca tudo de esporte, é apresentadora do Sportzone, jornalista e modelo. Neste último quesito estrela campanhas publicitárias de marcas de credibilidade e já fez muito marmanjo babar em ensaios sensuais da Revista VIP. A bela desponta também como apresentadora de um dos programas de maior audiência do país, o Transalouca, na rádio Transamérica. E a partir de agora, toda beleza e conteúdo dessa gata poderão ser conferidos aqui no Celebrities!
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| Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2007 |
Grande Gladiador!!!
A conversa dessa semana é com o faixa-preta Gabriel Santos, de 32 anos, mais conhecido como gladiador. O palco de suas lutas não é no Coliseu, e sim nos ringues onde esse gladiador, não da Roma Antiga, mas do século XXI coleciona títulos de jiu-jitsu, submission e mixed martial arts.
POR QUE ESSE APELIDO DE GLADIADOR?
EU FIZ ESSA TATOO ANTES MESMO DO FILME. EU ME IDENTIFICO MUITO COM OS GLADIADORES, PORQUE SÃO VERDADEIROS GUERREIROS, DAÍ O APELIDO.
O QUE VC GOSTA NA SUA PROFISSÃO?
GOSTO DE TUDO, DESDE O TREINAMENTO ÁRDUO, ATÉ A ADRENALINA DE ESTAR EM CIMA DE UM RINGUE LUTANDO, QUE É O QUE EU AMO. SOU PRIVILEGIADO POR TRABALHAR COM O QUE GOSTO.
UMA CARACTERÍSTICA DO JIU-JITSU, QUE TE LEVOU A ESSA PAIXÃO PELO ESPORTE?
A TÉCNICA NA BASE DE ALAVANCAS, QUE TE DÁ RECURSOS PARA VENCER OPONENTES MUITO MAIS FORTES.
HÁ QUANTO TEMPO VC TREINA?
HÁ MAIS OU MENOS 15 ANOS.
COMO É A SUA PREPARAÇÃO ANTES DE UMA LUTA?
TODOS OS DIAS PELA MANHÃ FAÇO KATTLE BELL, QUE É UM METÓDO RUSSO DE PREPARAÇÃO FÍSICA.TREINO MUAY THAI, BOXE E WRESTLING TRÊS VEZES POR SEMANA, INTERCALANDO OS DIAS. JÁ O JIU-JITSU TREINO TODOS OS DIAS COM E SEM KIMONO.
HOJE VC É LUTADOR PROFISSIONAL DE MIXED MARTIAL ARTS (MMA). ME FALA UM POUCO SOBRE ESSA MODALIDADE.
O MMA É UMA MISTURA DE ARTES MARCIAIS, ONDE O ATLETA PRECISA TREINAR VÁRIAS MODALIDADES DE LUTA COMO O BOXE, WRESTLING, JIU-JITSU ENTRE OUTRAS. NA AMÉRICA A FEBRE É TANTA QUE A AUDIÊNCIA ULTRAPASSOU O BASQUETE E JÁ ESTÁ ULTRAPASSANDO O BOXE EM TERMOS FINANCEIROS.
VC É FAIXA PRETA E DONO DE VÁRIOS TÍTULOS COMO CAMPEÃO BRASILEIRO, VICE-MUNDIAL, BICAMPEÃO ESTADUAL E ENTRE OUTROS. TEM ALGUM QUE VC CONSIDERA MAIS IMPORTANTE?
NÃO. EU ACHO QUE TODOS FORAM MUITO IMPORTANTES PARA MINHA EVOLUÇÃO E AMADURECIMENTO COMO ATLETA. E HOJE, LEVO ESSA BAGAGEM COMPETITIVA PARA TODAS AS CAMPETIÇÕES QUE PARTICIPO, SEJA DE JIU-JITSU, MMA OU SUBMISSION.
VC CONQUISTOU DIVERSOS TÍTULOS TAMBÉM NO SUBMISSION E NO MMA. TEM ALGUM TÍTULO QUE VC SONHA EM CONQUISTAR?
SIM, SONHO EM SER CAMPEÃO PESO MÉDIO DO UFC E DO ADCC (ABU DHABI).
VC ESTEVE NOS EUA EM SETEMBRO E OUTUBRO, ONDE PARTICIPOU DE DUAS LUTAS DE MMA E VENCEU AS DUAS EM MENOS DE DOIS MINUTOS, SEM DAR CHANCES AOS ADVERSÁRIOS. FOI FÁCIL FINALIZÁ-LOS? QUAL FOI A TÉCNICA QUE VC UTILIZOU PARA VENCER TÃO RÁPIDO?
NUNCA É FÁCIL. EU PENSO O SEGUINTE, POR MAIS QUE A LUTA TENHA SIDO RÁPIDA, EU SEI QUE TRABALHEI DURO E SÉRIO. E A VITÓRIA É O RESULTADO DA MINHA DISCIPLINA E DETERMINAÇÃO.
A PRIMEIRA LUTA EU CONSEGUI DERRUBÁ-LO E COMECEI A GOLPEAR NA MONTADA ATÉ A DESISTÊNCIA DO OPONENTE.
A SEGUNDA LUTA FOI CONTRA UM PORTO RIQUENHO COM UM BACK GROUND DE BOXE MUITO BOM, ENTÃO CONSEGUI DERRUBÁ-LO RÁPIDO E ENCAIXAR UMA CHAVE DE BRAÇO QUE ELE DEFENDEU MUITO BEM. VARIEI PARA UM ESTRANGULAMENTO COM AS PERNAS QUE EU CHAMO DE O APERTO DA JIBÓIA (RISOS...) OBRIGANDO A INTERRUPÇÃO DO JUIZ.
TEM ALGUM LUTADOR PROFISSIONAL QUE VC PENSA EM FINALIZAR? QUAL?
NÃO. NUNCA ESCOLHO ADVERSÁRIOS. EU ME CONCENTRO SEMPRE NO PRÓXIMO OPONENTE E TREINO DURO PARA FINALIZÁ-LO.
COMO FOI MINISTRAR AULAS PARA SOLDADOS DO EXÉRCITO AMERICANO?
FOI UMA ÓTIMA EXPERIÊNCIA. ELES SÃO MUITO DETERMINADOS E LEVAM O TREINO A SÉRIO.
VC VAI SE MUDAR PARA OS EUA E FAZER PARTE DO TEAM LINK, QUE É UMA GRANDE POTÊNCIA NO JIU-JITSU E NO MMA MUNDIAL. COMO SURGIU A OPORTUNIDADE E COMO VC SE SENTE SENDO INTEGRANTE DESSE GRANDE TIME DE LUTADORES?
A OPORTUNIDADE SURGIU QUANDO ENCONTREI COM O MARCO ALVAN, QUE É LIDER E MANEGER DA EQUIPE QUE ESTAVA RECRUTANDO ATLETAS. ELE GOSTOU MUITO DO MEU CURRICULUM E ME CONVIDOU PARA PASSAR UMA TEMPORADA COM ELE, ONDE FUI MUITO BEM RECEBIDO E CRIEI UMA AFINIDADE MUITO GRANDE, NÃO SÓ COM ELE COMO TAMBÉM COM O GABRIEL NAPÃO E COM OS OUTROS INTEGRANTES DA EQUIPE. EU ME SINTO MUITO SATISFEITO EM FAZER PARTE DESSE GRANDE EXÉRCITO DE LUTADORES E PODER DESFRUTAR DA ESTRUTURA DE PRIMEIRA LINHA QUE ELES TÊM E PODER ME CONCENTRAR APENAS NO TREINO PARA AS LUTAS.
VC TEM ALGUM ÍDOLO NO ESPORTE?
SIM, O ROYCE GRACIE POR SER O PIONEIRO NO ESPORTE A PROVAR A SUPERIORIDADE DO JIU-JITSU SOBRE AS DEMAIS ARTES E POR SER UM CARA MAGRO A VENCER OPONENTES MUITO MAIS FORTES QUE ELE. ISSO ME MOTIVOU A TREINAR JIU-JITSU. DESDE A PRIMEIRA VEZ QUE VI O UFC JÁ SABIA O QUE QUERIA PARA MINHA VIDA.
QUAL SERÁ O SEU MAIOR OBJETIVO PARA 2008?
GANHAR O CINTURÃO PESO MÉDIO DE UM GRANDE EVENTO.
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| postado por Samyra Ponce às 15:13 |
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| Quinta-feira, 25 de Outubro de 2007 |
isso é ser ousado...
O que leva uma pessoa a encarar um paredão d’água de mais de vinte metros e descer a onda com a certeza de que vai conseguir surfá-la? Na verdade, caçar, sair em busca dessas ondulações gigantescas e poder repetir esse feito mais de uma vez. Será que é pelo simples prazer de sentir a adrenalina? Desafiar o medo? Pura ousadia? Sentir fortes emoções? É tudo isso e o mais importante: a paixão pelo esporte! Ou melhor, pelo Tow In, uma modalidade do surf, na qual o surfista é lançado na onda rebocado por um jet ski, com o objetivo de ganhar a velocidade necessária, para descer as ondas. Um esporte criado, pra quem gosta de se arriscar de verdade.
Eu não poderia deixar de entrevistar uma dupla que hoje forma um dos times mais fortes do mundo de Tow In. Carlos Burle e Eraldo Gueiros, brasileiros, caçadores de ondas grandes e destemidos, que entraram para a história do surf.
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| postado por Samyra Ponce às 18:15 |
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| Quinta-feira, 25 de Outubro de 2007 |
Confiram a entrevista...
Burle, você sempre quis se tornar um big rider?
Não necessariamente... Sempre quis superar meus limites em vários aspectos... Encontrei nas ondas uma ferramenta perfeita para me preparar para a vida!
E vc Eraldo, sempre gostou de surfar? Pq essa profissão?
Acho que sempre quis ser profissional. Nunca olhei o surfe só como hobby, mas realmente só vi isto acontecer, depois que voltei do Hawaii e vim morar aqui no Rio. Foi aqui que a minha vida de surfista profissional começou.
Burle, vc já participou alguma vez do WCT? Nunca quis competir ao lado de feras como Kelly Slater, Mick Fanning e Andy Irons?
Já participei do circuito mundial quando não tinha o WCT e o WQS. Como todo garoto, tive o sonho de ser um grande competidor, porém percebi que a minha felicidade estava nas ondas grandes e perfeitas!!
Eraldo, vc tb escolheu o Tow In, que é uma modalidade do surfe perigosa. É uma profissão muito arriscada. Vc nunca quis ser integrante do WCT?
Eu participei de todas as formas de surfe. Fui surfista amador, surfista pro do circuito nacional, participei de várias provas do WCT, que na minha época era ASP. Mas era muito difícil se manter no circuito mundial, pois não existiam bons patrocinadores. Depois, fui free surfer, onde viajava atrás das ondas perfeitas e tubulares. Depois fui surfista de ondas grandes onde ficava atrás das maiores ondas na remada. E finalmente entrei para o Tow In, para surfar de forma competitiva as maiores ondas do planeta.
E em 84, em Sunset, no Hawaí, vc chegou a vencer uma bateria do Circuito Mundial, contra Kelly Slater, hoje octacampeão mundial. Mesmo após esse feito vc preferiu ser big rider?
Eu surfava muito bem a onda de Sunset, onde venci Kelly. Mas o circuito era muito caro e eu não tinha o patrocínio para viajar para todas as provas, o que dificultava muito, até sonhar em correr todas as etapas. Eu surfava bem as ondas pequenas, mas não era o meu forte. E na época, os eventos de surfe eram para o público, onde houvesse grande concentração de pessoas e não visavam a qualidade das ondas, como acontece hoje em dia. O surfe de ondas gigantes é muito perigoso, mas estou envolvido nisto por toda a minha vida e amo o que eu faço.
Buerle, vc junto com Gueiros forma o principal time de Tow In, hoje considerado um dos mais fortes do mundo. Como vocês se preparam pra enfrentar as ondas grandes?
Fico muito feliz de ter conquistado ao lado do Gueiros o reconhecimento e respeito do nosso meio. Sempre fomos muito profissionais e acho que isso reflete nossa atitude. Treinamos muito em qualquer condição. Dentro e fora d’água, cada um respeitando seus limites. Mas o segredo do nosso sucesso vem da nossa parceria constante dentro d’água.
Gueiros, qualquer surfista pode se tornar big rider?
Acho que qualquer pessoa que deseje muito isso, com todas as forças do seu coração pode conseguir.
O Tow In é um esporte que exige muita concentração. Vcs não podem errar, até pq uma queda pode ser fatal. Burle, vc já sofreu um acidente gravíssimo. O que aconteceu?
Já sofri alguns acidentes... O que ocorreu no dia 3 de Janeiro de 2003, em Jaws foi o pior... Estava no meio da arrebentação e fui pego por uma onda enorme... Ela me explodiu na base torcendo o meu corpo com violência, o que resultou em uma fissura no sacro e na cabeça do fêmur esquerdo. Foram quatro meses de muleta e uma árdua recuperação para poder superar meus traumas. O oceano é muito forte... O perigo é constante, por isso é necessário está preparado e ter respeito.
E descer uma onda de mais de 20 metros não dá medo?
Muito medo... O que não pode é deixar o medo te dominar... Supere seus limites! Tenha uma boa relação com o medo que toda essa experiência vai te ajudar a ser um ser humano mais equilibrado.
O que vcs fazem pra superar o medo e sentir-se seguros na hora de descer a onda, Gueiros?
Ter fé, treinar bastante, surfar sempre, seguir os seus instintos e amar o que faz.
Burle, vcs fazem algum trabalho para aumentar a capacidade pulmonar em caso de queda e ter que ficar embaixo d’água por mais tempo?
O trabalho de apnéia é muito importante. Eu particularmente gosto de treinar cárdio, pois me sinto mais a vontade. Na verdade, vc tem que aprender a segurar o ar por um bom tempo embaixo d’água com esforço, muito diferente do repouso...
Eraldo, vc surfou o maior Mavericks da história, com ondas de mais de 60 pés, na Califa, em 2001. E no mesmo dia vc rebocou o seu parceiro para surfar uma das maiores ondas de todos os tempos, com 68 pés, cerca de 23 metros. Com isso vcs entraram pra história do Tow In. O que significou esse feito pra vc?
Com certeza foi um fato inédito. Se nós fôssemos americanos seríamos lembrados pra sempre, mas eles fazem o possível para não mostrarem muito a nossa conquista. Mas, foi muito importante para a nossa carreira e nos abriram muitas portas.
Burle vc não teve medo de descer essa onda?
Foi um fato que refletiu o resultado do nosso trabalho. Sempre temos medo de enfrentar situações com ondas gigantescas. Aquele dia, em especial, foi muito difícil pra gente. As condições eram adversas e quando pegamos as maiores ondas, quase não tinha mais ninguém no pico... Pois o mar continuava a subir e o vento também começou a apertar!! Um dia que vai ficar pra sempre em nossas memórias!!
Já pensa no próximo desafio?
A próxima viagem será meu grande desafio... Também tenho o desafio de treinar a Maya Gabeira para ser uma surfista completa de ondas grandes!!!
Olhem essa foto do Burle em Mavericks na Califa... que incrível!!!
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| postado por Samyra Ponce às 18:13 |
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| Quinta-feira, 25 de Outubro de 2007 |
Não percam!!
Sportzone, agora em duas edições ás 10:00h e às 17:00h! Na Transamérica-RJ
bjsss
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| postado por Samyra Ponce às 14:29 |
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| Sexta-feira, 21 de Setembro de 2007 |
Grandeee Reno Romeu!
A entrevista dessa semana é com o kitesurfista Reno Romeu de apenas 17 anos, mas com uma experiência de gente grande. Nos campeonatos, esse carioca, que aproveita a vida praticando esportes, vem dando trabalho e tirando o sono dos seus adversários.
COM QUANTOS ANOS VOCÊ COMEÇOU A PRATICAR KITESURF?
Com 12 anos
PORQUE VOCÊ ESCOLHEU O KITE?
Porque sempre fui muito ligado a água, vela e adrenalina. E o kite é um esporte que une tudo isso.
VOCÊ PRETENDE SEGUIR OUTRA PROFISSÃO?
Depois que a minha carreira de atleta acabar, gostaria de trabalhar em alguma empresa de kite, mesmo que seja projetando material ou fazer uma faculdade de desing nos Estados Unidos.
O QUE VOCÊ MAIS GOSTA DE FAZER QUANDO NÃO ESTÁ PRATICANDO ESPORTES?
Reunir os amigos para falar besteira, ir ao cinema, namorar, fazer compras.... Eu não gosto muito de estudar, mas tenho que fazer.
QUAL A MANOBRA QUE VOCÊ MAIS GOSTA DE EXECUTAR?
Depende do dia. Às vezes, quando o vento está forte, eu gosto de saltar alto e ficar voando. Quando o vento está perfeito, é ótimo para fazer manobras radicais.
VOCÊ DISPUTA EM QUAL CATEGORIA?
OPEN/ Freestyle (profissional)
VOCÊ JÁ CONQUISTOU ALGUM TÍTULO ESSE ANO?
Sim, sou campeão sul-americano.
QUAL FOI A ÚLTIMA ETAPA QUE VOCÊ VENCEU NESSE ANO OU O SEU MELHOR RESULTADO NESSA TEMPORADA?
O sul-americano e uma etapa no mundial na temporada anterior.
QUAL A IMPORTÂNCIA DO KITE NA SUA VIDA?
Minha gasolina, sem ele não vivo.
QUAL A SUA META PARA ESSE ANO?
TOP 10 do mundo e ser campeão brasileiro.
QUAL A SUA POSIÇÃO NO RANKING BRASILEIRO E NO MUNDIAL?
Sou o quarto no ranking brasileiro e atualmente estou em nono no mundial.
ONDE VOCÊ COSTUMA TREINAR QUANDO ESTÁ NO BRASIL?
Arraial do Cabo ou Nordeste.
COMO É O SEU TREINAMENTO?
Procuro fazer preparação física, musculação, ioga e 70 % do treino é na água.
VOCÊ TEM NAMORADA?
Atualmente não! Porque viajando tanto, praticamente o ano todo, fica difícil ter namorada. Só se eu tiver uma em cada canto do mundo...(risos)
UMA QUALIDADE QUE VOCÊ ADMIRA EM UMA PESSOA?
Sinceridade
E QUAL A SUA MAIOR QUALIDADE?
Diz meu amigo aqui do lado que é educado... hehe
UM DEFEITO...
Teimoso, com certeza. Eu tento, mas é difícil...
UM FILME QUE MAIS GOSTOU...
Gladiador
UM ÍDOLO NO ESPORTE...
Kelly Slater (Surf) e Aaron Hadlow (Kite)
O ESPORTE PRA VOCÊ É...
Minha vida...
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| postado por Samyra Ponce às 12:22 |
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| Segunda-feira, 20 de Agosto de 2007 |
Essa é feraaa!!!
Hoje, vocês vão conhecer um pouquinho da vida de uma atleta, que vem conquistando diversos títulos em uma modalidade esportiva pra lá de radical! Ela é tetracampeã brasileira, campeã sul-americana e vice-campeã mundial. O bate papo é com a kitesurfista, carioca, Caroline Freitas.
- Carol, você gosta de velejar. Porque você escolheu o kitesurf como esporte para competição e não a regata?
Eu já velejava antes, comecei na classe Optimist com 11 anos. Sempre gostei de estar no mar, competindo e correndo atrás do vento. Mas o kitesurf é um esporte muito mais radical, exige uma força física diferente dos barcos e você se sente mais no controle da situação. Sem falar nos vôos e saltos de mais de 15 metros de altura que a gente dá com o kite e que no barco não dá né!
- O que você mais gosta na sua profissão?
Eu amo o que eu faço, por isso não tem o que eu mais gosto. Eu simplesmente sou apaixonada por tudo que gira em torno da minha profissão.
- Qual a manobra que você mais gosta de executar?
Em especial os saltos mais altos e longos, só para sentir aquela sensação maravilhosa de liberdade!
- Quando está no Brasil, onde costuma treinar?
Na praia da Barra no Rio, na região dos lagos ou então no nordeste.
- Me fala um pouquinho do seu treinamento.
Faço um treinamento diário e bem específico para o kite com o meu personal Zé Henrique da FitYourSelf. Faço um trabalho aeróbico, musculação e alongamento. Na parte da tarde quando venta, o treinamento é dentro d´água.
- Você tem que seguir uma dieta balanceada, acompanhada de um nutricionista ou você pode comer de tudo?
Minha dieta é toda balanceada, sou acompanhada por uma médica ortomolecular e nutricionista.
- Em qual categoria você disputa?
Todas! Freestyle, Waves e Regata.
- Qual foi o título mais importante que você conquistou?
Todos os brasileiros e o Sul-americano!
- Como os atletas brasileiros são vistos lá fora?
Com respeito.
- Você acha que deveria ter mais competições no Brasil?
Acho que o kitesurf no Brasil está indo muito bem. O esporte é muito novo e o que já está acontecendo em termos de competição está muito bom. O nosso circuito nacional é o maior do mundo.
- As competições no Brasil são do mesmo nível das internacionais?
Não, são muito melhores. Alto nível mesmo.
- Qual é o seu maior objetivo para esse ano?
Buscar o mundial na categoria Waves e brigar pelo penta na categoria Freestyle.
- Qual a sua posição no ranking brasileiro e no mundial?
No brasileiro, sou a atual campeã na categoria Waves e vice na Freestyle;
No mundial KPWT sou vice-campeã na categoria Waves.
- O kite é uma modalidade que cresceu muito no Brasil. Qual conselho que você daria para os atletas que estão começando a praticar esse esporte e que querem se tornar profissionais?
Dedicação total!
- É difícil um atleta conseguir patrocínio para essa modalidade?
Depende do profissionalismo e do empenho!
- O que você mais gosta de fazer quando não está velejando ou praticando kite?
Ir ao cinema, passear na praia com a minha cadela, andar de bicicleta, ler um livro...
- Praticar esportes é...
Vida!
- Você tem o hábito de ler? Qual livro que você leu e mais gostou?
Descubra o Herói que existe em você.
- O que você mais gosta de comer?
Arroz, feijão, bife e salada! Comida japonesa também.
- Uma qualidade...
Determinada
- Um defeito...
Ansiosa.
- Um programa a dois...
Curtir um pôr do sol!
- Qual o lugar mais lindo que você já conheceu?
Arquipélago de Los Roques – Venezuela.
- Um lugar que gostaria de morar?
Austrália.
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| postado por Samyra Ponce às 16:27 |
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| Segunda-feira, 2 de Julho de 2007 |
Entrevista com Nalbert
O bate papo dessa semana, é com um carioca apaixonado por esportes, tem 33 anos, é capitão da seleção brasileira de vôlei e dono de vários títulos internacionais. Falando assim, parece fácil. Todos conhecem! Difícil mesmo é falar desse atleta, que nasceu com um espírito de vencedor. Nalbert Bittencurt possui infinitas qualidades dignas de um verdadeiro campeão. E para se tornar o que ele é hoje, Nalbert foi à luta com muita determinação, força, garra e habilidades mais do que suficientes para engajar-se em uma guerra. Seu campo de batalha é a quadra; tem como arma a bola; as suas táticas são: disposição e uma bela cortada; e a sua estratégia é a experiência que ele adquiriu durante todos esses anos. Esse é o verdadeiro guerreiro, que quando entra em um combate, só sai de lá com uma medalha no peito. Missão cumprida? Que nada... A melhor recompensa de um dever cumprido é o mérito de desempenhar missão ainda maior! Cada título representa uma batalha vencida com muito suor, trabalho e disciplina. E a melhor disciplina é a que surge do sentimento de responsabilidade, qualidade que ele tem de sobra. Humildade? Nem se fala... Tudo isso, fez do Nalbert um dos melhores jogadores de voleibol do mundo! Quer título melhor do que esse?
Confiram agora a entrevista que eu realizei com Nalbert Bittencourt.
- Quando você decidiu jogar vôlei?
“ Eu sempre fui apaixonado por esportes desde moleque. Mas no início dos anos 80 quando surgiu a primeira seleção brasileira, a geração do Bernard, do Willian e Renan eu decidi entrar numa escolinha. E logo em seguida, já me tornei um jogador federado e disputei diversos campeonatos”.
- Logo no início da sua carreira em 91, você conquistou o título de campeão mundial infanto-juvenil, pela seleção brasileira. Foi a partir daí que você viu que nasceu pra ser jogador de vôlei?
“Exatamente. Aí que eu vi que meu caminho era esse. Foi meu primeiro campeonato pela seleção brasileira, logo de cara fui campeão mundial e o melhor jogador do torneio. A partir daí, recebi um convite pra jogar no Minas, de Belo Horizonte e me tornei um profissional”.
- Você esperava se tornar um dos melhores jogadores de vôlei do mundo?
“No início a gente sempre sonha. E comigo, as coisas aconteceram naturalmente, uma coisa de cada vez. Eu não esperava chegar e conquistar tudo isso. Ser um dos melhores jogadores é um motivo de orgulho pra mim, mas tem muito suor, dificuldade e muito trabalho. Foi mais do que eu esperava!”
- Você é o único jogador brasileiro em atividade que já foi campeão mundial nas três categorias do vôlei: infanto-juvenil em 91, juvenil em 93 e adulta em 2002. Durante essa ascensão, o que foi mais importante para você?
“ Nós aprendemos muitas coisas. Todos os dias são de aprendizados. O mais importante é que a gente não consegue nada sem trabalhar muito. Você tem que fazer acontecer. Problemas sempre terão, mas o que tem que prevalecer é a consciência de que tem que se dedicar e fazer o que realmente gosta”.
- Ser capitão da seleção brasileira aumenta a responsabilidade em quadra? Você sempre tirou de letra essa função?
“ É uma função que eu sempre gostei de assumir. Nunca tive problemas com relação a pressão, com cobrança e responsabilidade. Isso nunca me pesou!”
- Você decidiu largar o vôlei de quadra e partir para o vôlei de praia. Por que essa mudança?
“ Eu fiquei muitos anos entre clube e seleção sem férias, sem folga, emendando as temporadas. Eu estava muito cansado, precisava de um desafio diferente e desacelerar um pouco. Tudo isso me motivou a ir para o vôlei de praia. Queria morar no Rio, o que eu não fazia há muito tempo”.
- Qual foi a maior dificuldade que você encontrou no vôlei de praia?
“ Nunca é fácil mudar de ambiente. Eu estava adaptado a uma situação e na praia tudo é diferente. Pra começar com o piso, que é areia. As técnicas são diferentes e os parceiros ideais pra mim não estavam disponíveis. Tive uma dificuldade em relação a isso e resolvi voltar para a quadra com as energias carregadas”.
- Você acertou com o Minas, de Belo Horizonte e está de volta as quadras. Está feliz?
“Estou muito contente. Cheguei a ir para Itália esse ano, joguei a fase final do campeonato italiano só para pegar ritmo. Apesar das ótimas propostas no exterior resolvi voltar para o Brasil. O Minas fez um esforço para me trazer e eu queria ficar. Foi um casamento perfeito”.
- O que representa o Bernardinho para você?
“Ele é o grande responsável pela mudança de mentalidade não só na seleção brasileira, como também no voleibol brasileiro. Criou-se uma consciência muito forte de que não se conquista nada sem sacrifício, sem trabalho. O grupo incorporou isso e vestiu a camisa”.
- O que você mudaria na sua vida nesse momento?
“A minha coxa! (risos) Pediria para o Bernardinho me tirar no 4º set quando joguei contra o Canadá! Se a gente conseguisse programar tudo que acontece em nossas vidas seria mais fácil. Infelizmente a gente não pode. Problemas acontecem e temos dois caminhos: ou você mergulha no problema ou aprende a solucioná-lo e seguir em frente. Eu prefiro a segunda opção. Eu não mudaria nada do que eu fiz. Não me arrependo de nada, tudo que eu fiz foi pensando em fazer o melhor. E se algo não deu certo é porque não era pra ser”.
- Por conta da contusão na coxa, você está fora dos jogos Pan-Americanos. Não dá tempo de se recuperar?
“ Não dá. Quando eu senti a contusão eu vi que não ia dar! Já saiu a lista do Pan. Outros campeonatos virão e infelizmente vou ficar sem essa medalha, a única que falta, o ouro no Pan-Americano. Tenho a de prata e a de bronze. Só falta essa!
- Nas Olimpíadas de Atenas, você quase ficou de fora, em razão de uma lesão no ombro. Você se recuperou e jogou. Hoje, você passando por tudo isso te fez lembrar daquele momento?
“Lógico. Mas é bom lembrar! Foi um momento de superação e uma tremenda vitória! Tive uma recuperação recorde. Quando sofri aquela contusão, tinham me dado um prazo mínimo de 4 meses. Fiz disso uma meta e botei que em 4 meses estaria jogando e consegui. Agora é diferente, porque o prazo é muito curto. Dessa vez é impossível! Essa lesão não ficará boa em menos de 3 semanas”.
- Você conquistou o ouro tão sonhado nas Olimpíadas de Atenas. E essa conquista se deve a quê?
“ Aquela conquista do ouro foi incrível! A conquista se divide em duas partes: primeiro foi chegar até lá, que foi o mais difícil e depois a vitória, que foi uma conquista do grupo e a minha vitória pessoal. Eu fui o último a ser confirmado naquele time e o primeiro a receber a medalha! Fiquei realizado!”
- Você acha que o Brasil conquista o ouro nesse Pan?
“Eu acho! O planejamento está sendo feito todo em função disso. O time já está muito bem, todo mundo motivado e pondo o Pan como prioridade. Quando isso acontece é difícil bater a seleção brasileira”.
- Na sua opinião, qual é o maior adversário do Brasil no Pan?
“ Tem os adversários tradicionais, como Cuba e Argentina. Tem os Estados Unidos e o próprio Brasil, porque a cobrança vai ser muito grande, em função dos jogos serem realizados aqui no Rio. E a expectativa desse ouro é enorme e o time vai ter que aprender a lidar com isso”.
- Deixa uma frase para os jovens, que querem praticar esportes e não têm a oportunidade, em razão da desigualdade social.
“Que não desistam nunca! Que apesar das dificuldades, sejam perseverantes e procurem de alguma forma ter acesso ao esporte. A importância em praticar esportes, não é formar campeões e sim cidadãos com uma vida melhor. Se cada um desse uma contribuição já ajudaria muito. Eu, por exemplo, tenho três escolinhas, que oferecem aos jovens a oportunidade de fazer esportes, ficar longe das drogas, da violência e adotar outros valores. Dessa maneira tem como o país melhorar!Tem que acreditar!”
A seleção brasileira de vôlei vai para o Pan com um time de vencedores, mas com um desfalque insubstituível! Valeu Nalbert!
Samyra Ponce
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| postado por Samyra Ponce às 16:35 |
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| Quinta-feira, 14 de Junho de 2007 |
Eu no Paparazzo!
Oi!
Esta é uma das fotos que eu fiz para o Paparazzo! Se vcs quiserem conferir mais um pouquinho do ensaio, que ficou lindo, visitem o site! Acho que vcs vão gostar!!!
Bjs,
Samyra
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| postado por Samyra Ponce às 11:14 |
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| Segunda-feira, 14 de Maio de 2007 |
Olá!
Gostaria de informar a todos, que a partir desse mês, vocês vão poder conferir entrevistas com o perfil e as curiosidades de diversas personalidades do mundo esportivo.
Aqui no meu blog, vou mostrar um pouquinho sobre a vida desses famosos que se consagraram através do esporte.
Vocês vão ficar por dentro desse mundo mágico de emoções, que desperta os sentimentos, que jamais pensávamos que existissem dentro de nós. Alegria, tristeza, euforia, decepção... Seja através de um gol de placa, um xeque mate, de uma bola na trave, um saque bem colocado, por uma volta mais rápida ou quem sabe por uma cesta de três pontos?
Eu não podia esquecer... Grande Charlles Miller, precursor do futebol no Brasil! O que seria do maracanã sem as grandes finais que enlouquecem o povão? Afinal, a torcida é o coração do estádio, bate acelerado ou devagar de acordo com o ritmo de cada jogada... O vôo livre, a subida nos Alpes, que tubo perfeito... Ah! Radicais o suficiente para despejar a adrenalina contida em nós...
Sentimentos que deixamos transparecer diante de todos por um pequeno gesto, uma palavra ou atitude impensável...
O que importa é saber torcer, vibrar, chorar e rir na certeza de que o esporte foi, é, e sempre será um meio de extravasar as emoções!
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| postado por Samyra Ponce às 22:56 |
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